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mas desta vez até aos joelhos. Estas meias (raverly link) são qualquer coisa. Desde que vi estas disse para comigo que um dia iria fazer umas assim para mim. Assim, aproveitei o entusiasmo de ter terminado as Charade para começar a tricotar. Este é um projecto a longo prazo e por isso espero tê-las prontas no final de 2008.

Decidi participar no project sprectrum para descobrir novas cores e para me motivar a tricotar meias. Porque, por estes lados, parece que gostar de as tricotar e de as usar não é motivo suficiente…
A ideia inicial era terminar um par de meias. Penso que não era nada ambicioso, mas passados quase que estão os 2 meses, o objectivo é terminar pelo menos a 1ª meia…

Apesar de já há muito ter tudo para começar a tricotar, só agora é que veio a vontade.

Hooded Tunic- falta-me muito pouco, conto terminar até ao final de Setembro, altura em que retomo a prática (sem ser em casa). Como o espaço onde pratico está fechado desde meio de Julho (estão na Índia) tem andado um pouco esquecido.
Lucky- agulhas 3mm, instruções duvidosas e um verão atípico não ajudam.
Simple yet effective shawl- para ir fazendo ao sabor da vontade e da inspiração.
Februry Baby Sweater- só falta escolher os botões.
Roza’s Socks- foi o projecto que começei nas férias.

pela Filomena, resolvi fazer uma versão do February Baby Sweater. Digo versão, porque substituí o motivo rendado por outro (aqui vê-se melhor) . Apesar de gostar muito do original alterei por ser um sobrinho que vem a caminho e acho este padrão mais “masculino”. Só tive de ajustar os números de forma ao padrão ser múltiplo de 6. Já tinha saudades da E.Z. e da liberdade que sinto quando experimento fazer algo idealizado por ela.

era isso que , no passado, teria de fazer para não gritar e mesmo assim gritaria, depois de me aperceber que as instruções do Kaiju tinham um erro gigante e que vou ter de desmanchar. Um erro daqueles que quase que nem dá para acreditar. Agora sei que o nº de malhas iniciais para parte de trás tem de ser múltiplo de 8+2, e que obviamente não era, o que resultou em ficar 17 buraquinhos (eyelets) em vez dos 16 ou 18 para que a coisa ficasse bem. Quanto a mim não é o único erro, pois não percebi como o nº de malhas a levantar, na lateral da uma peça, podia ser superior ao nº de carreiras tricotadas, por isso ignorei e levantei o nº de malhas que me pareceu bem.
Não contei até 10, nem gritei, apenas suspirei e pensei que é bem verdade quando se diz que não há bela sem senão, mas não devia de ser assim…Ainda pensei em não desmanchar e deixar ficar como na foto, mas não consigo…Bem, já tenho o i-cord feito o que é bom…

Apesar do muito pouco tempo para tricotar, resolvi fazer este saco . Será utilizado para as compras evitando assim o uso de sacos de plástico.
Ainda que o fio recomendado seja 100% algodão, estou a utilizar o Katia Linen ( 53%algodão/47% linho), o que fará com que final fique com menos elasticidade o que até não é mau de todo.
Obrigada pelos comentários e pelas dicas para substituir os clips.

os clips que utilizei para não me perder quando fiz as diminuições para as mangas que vou ter que utilizar outro método quando tricotar as frentes. São muito grandes e pesados para este fio. Estou a pensar em substituir por aqueles alfinetes bem pequenos. Agora vou começar a tricotar as frentes ao mesmo tempo. E a seguir a mangas. O que quer dizer que lá para o ano que vem conto estrear…

Quando a Celina generosamente me enviou deste fio, soube logo o que poderia fazer: o Hooded Tunic, ou melhor uma versão. Para além de mais curto, uma vez que o comprimento do original não me parece resultar na prática de yoga,optei por uma montagem tubular. É um projecto bastante simples e rápido, se pelo meio não houver, para além de outros projectos, uma obsessão por um certo livro e em particular por um casaco de inverno…

10cmx10cm=26 malhas e 32 carreiras com agulhas nº 3
Assim começa o meu novo projecto.

é evidente que o fio não vai chegar.
O que fazer agora, é que já não o é.
Uma das coisas que mais me agradou no Ram’s Horn Jacket foi ter uma bainha tricotada bem generosa. Como não há bela sem senão para ter uma bainha de 7 cm tive que tricotar 14cm. O que acabou por ser um bocadinho frustante. Mas ao chegar à carreira em que se une as duas partes não posso deixar de admirar o resultado e achar que vale a pena. Ao mesmo tempo depois de feita a bainha, em termos de técnica o desafio fica por aqui, pelo menos por agora. O que significa que estou, literalmente, a contar as carreiras até chegar à gola. Que, por certo, será a parte mais interessante, mas estou a pensar em alterar, fazendo-a um pouco mais estreita. Como só agora começei a segunda manga e ainda tenho algum tempo para decidir. Até lá é sempre a direito o que permite pensar na gola que aí vem, mas também noutros projectos…
Após alguma indecisão começei mais um casaco. Pois é mais um, pelo menos consegui escapar, mais uma vez, à tentação de tricotar um comprido.
Este modelo foi um dos motivos que me levaram a comprar o livro Knitting Nature. Optei por fazer em preto porque não encontrei por cá um fio 100% lã cuja cor gostasse realmente e assim acabei por usar um fio que já tinha.
Basicamente, com a excepção da gola, a construção é muito simples e como o vou tricotar sem costuras no fim pouco terei que coser.
Espero acabar a tempo de ainda o usar… é que a primavera daqui a nada chega.

Com o clapotis e o pippa bag terminados, encontrei o projecto perfeito para deixar de pensar em tricotar casacos compridos. E porque é que ainda não comecei a tricotar? Porque mais uma vez a revista que encomendei teima em não chegar e para desta vez não ficar tão obcecada resolvi juntar-me a este knitalong, assim sempre vou tricotando.





