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modelo/pattern: February Baby Sweater, da Elizabeth Zimmermann’s knitter’s Almanac

fio/yarn: Manos Silk blend 1 meada (100g) #7325, comprada na Pontos e Pintas

agulhas/needles: 4,5mm

notas/notes: Apesar de este ser o segundo que faço ainda não foi desta que fiz seguindo as instruções. Optei por fazê-lo simples. O fio é maravilhoso de se tricotar e resultou muito bem e tudo com apenas uma meada. Dizer que adorei o resultado final é pouco. E acho que a Mamâ Martinho também gostou.

modelo/pattern: Otto da Ysolda

fio/yarn:Bambino da BMG 2 meadas (50g) #10, comprada na Pontos e Pintas, e um pouco de Ellis da Lopo Xavier para os olhos, nariz e o cachecol.

agulhas/needles: 3,5mm

notas/notes: Assim que o vi soube que o tinha de tricotar. Segui as instruções, tal e qual com a excepção do nariz. Omiti algumas carreiras, pois ficaria a parecer um papa formigas caso não o fizesse. As instruções são muito claras. A única dificuldade que senti foi trabalhar com adp demasiado longas em determinadas zonas, mas penso que o resultado final compensa. O cachecol foi uma ideia da Filomena (obrigada!) e acho que fez toda a diferença.

de ter estado aqui, estive aqui.

Modelo/Pattern: Ellis, Norah Gaughan vol.2

Fio/yarn: Rowan Summer Tweed, 531 Chocolate Fudge

Agulhas/needles: 5mm

Notas: Apesar de ter seguido as instruções, pelo menos julgo que sim, o resultado final não é igual ao da foto do modelo. O decote ficou mais em V o que tornou impossível de colocar o 4º botão. Assim a única modificação foi só ter colocado 3 botões. Foi a primeira vez que tricotei com o Summer Tweed e penso que foi uma escolha feliz, ainda que não seja dos fios mais agradáveis de tricotar, resultou bem. É um projecto muito rápido de tricotar , isto se não se esperar mais de um mês para coser tudo e tirar umas fotos para dar como terminado.

que já terminei faz tempo. Gostei do desafio da construção, do fio e do resultado final. Talvez repita.

porque por vezes as coisas não correm. Não correm bem, nem mal. Simplesmente não correm.

 a ideia de fiar tem-me fascinado e o workshop de fiação só veio contribuir para o querer saber mais.

e nem queria acreditar quando vi que tinha sido uma das 5 pessoas a ganhar duas meadas do fio da Lorna’s Laces com o nome da Grumperina . Estou a pensar fazer mais umas Jaywalker, mas ainda não decidi. Parece que de um momento para o outro vou ter dois pares de meias nas agulhas.

a travessia do Sado para tricotar um bocadinho. Num fim de semana a saltitar de castelo em castelo, a ficar deslumbrada pela beleza da Serra da Arrábida e a percorrer o norte da Costa Vicentina, o tricot resumiu-se a meia dúzia de carreiras feitas.

mas desta vez até aos joelhos. Estas meias (raverly link) são qualquer coisa. Desde que vi estas disse para comigo que um dia iria fazer umas assim para mim. Assim, aproveitei o entusiasmo de ter terminado as Charade para começar a tricotar. Este é um projecto a longo prazo e por isso espero tê-las prontas no final de 2008.

Um novo projecto Ellis  e um novo blog que pretende divulgar os encontros mensais do Grupo de Tricot e tudo o que envolva fios e agulhas em público.

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modelo/pattern : gathered pullover, Interweave knits winter 2007

fio/yarn: Elis da Lopo Xavier

agulhas/needles: 4,5m

notas/notes: é o meu modelo favorito da revista, mas que agora já não é preciso comprar a revista para a fazer. Está disponível aqui . Adorei o resultado final e caso tenha de vontade repetir faria de   tudo sem costuras, ainda que tenham sido muito poucas.

O porta-moedas na foto, que anda sempre comigo, mas que encontrou novas funções foi feito à mão pela talentosa Marta.

modelo/pattern: Charade da Sandra Park

fio/yarn: Wollmeise Sockenwolle 100% superwash, Bombeere

agulhas/needles: 2.5 mm

notas/notes: Não alterei em nada as instruções. Apesar de ter começado com agulhas de 2 pontas acabei por tricotar usando o magic loop. O fio é óptimo e tem um cheirinho maravilhoso, tanto é que antes de começar a tricotar tinha sempre de o sentir. Acho que é um modelo a repetir de futuro.

Este era o meu projecto para o elemento Fogo do Project Spectrum. Não sei porque motivo demoro sempre tanto tempo a terminar um par de meias, mas vou começar a fazer outras para ver se chego a alguma conclusão.

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Este será talvez o projecto para este elemento.

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o livro

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vai

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para a

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Obrigada a todas por terem participado. Pena é não ter um livro para cada uma de voçês…

Parabéns Sara! Espero que gostes e que em breve possamos tricotar juntas.

De volta ao Café do Parque da Cidade, para uma tarde repleta de agulhas, fios, livros e o partilhar do mesmo gostar. Adorei conheçê-las Libânia e Olga e espero reencontrá-las sempre. Filomena, Mari e Tita é sempre bom tricotar com vocês.
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Decidi participar no project sprectrum para descobrir novas cores e para me motivar a tricotar meias. Porque, por estes lados, parece que gostar de as tricotar e de as usar não é motivo suficiente…

A ideia inicial era terminar um par de meias. Penso que não era nada ambicioso, mas passados quase que estão os 2 meses, o objectivo é terminar pelo menos a 1ª meia…

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Um livro feito de estórias e história sobre a tradição de tricotar junto, mas também cheio de projectos que me imagino a tricotar. Na altura participei em dois dos knitalongs que decorreram para fazer parte deste livro. E como um dos meus quadradinhos se juntou a outros nesta manta, sinto que este livro é também um bocadinho meu, gostava de oferecer um.

Para participar no sorteio basta viver em Portugal e deixar um comentário neste post, até às 24 horas de sábado, 29 de março. No domingo, 30 de março, anuncio quem o irá receber.

Ah! Por falar em tricotar junto, o encontro deste mês do Grupo de Tricot, que é já neste sábado a partir das 15 horas, vai ser no Café do Parque da Cidade.

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modelo/pattern: Tomten Jacket,da Elizabeth Zimmermann- Knitting Without Tears

fio/yarn: Artesano Inca Mist comprado na Pontos e Pintas

agulhas/needles: 4,5mm

notas/notes: fiz a versão sem capuz, pois segundo a mamã é mais prático para um bébé de 4 meses. Mais uma vez me rendo ao génio da E.Z. Resultou num casaquinho super aconchegante. Fiquei com vontade de fazer um outro, mas com o capuz.

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modelo/pattern: Mug Jacket (free)- MK Carrol

fio/yarn: rosarios4 Capuccino, #13 da Pontos e Pintas

agulhas/needles: 4mm

notas/notes: óptimo para utilizar restos de fio e quando se quer começar e terminar algo num serão.

Obrigada pelos comentários deixados. Para quem colocou alguma questão vou tentar responder em breve.

Ah! o cão chama-se Mr. Glove/Sr. Luva.

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 Depois de ver isto, não resisti em fazer um.

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parece ser a melhor palavra para resumir Fevereiro.

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sem dúvida adorável a ideia do Francisco, o melhor carteiro do mundo, oferecer-me a oportunidade de criar um selo personalizado.

A escolha do tema pareceu-me óbvia: tentar reunir numa imagem algumas das coisas que gosto e que vão colorindo os meus dias.

Adorável foi também a Cláudia por me incluir na sua lista. Obrigada!

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Fios, agulhas, livros, reencontros e esta vista.

Não é preciso dizer mais nada, não é ? 

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modelo/pattern: dulles baby

fio/yarn: freedom spirit da Twilleys of Stamford

agulhas/needles: 4,5m

notas/notes:acho que já disse que adoro este modelo não já?

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modelo/pattern:simple yet effective shawl

fio/yarn: silk garden, malabrigo e manos del uruguai

agulhas/needles: 5,5mm

notas/notes:um modelo muito simples de fazer. começado faz tempo foi feito sem pressas. gostei de me deixar surpreender pela natureza do silk garden e de tentar harmonizar tudo com os outros fios que utilizei.

A fazer meia ou na renda,
An tardes de sol, sarenas,
I quien sabe se a las bezes
Falando an bidas alhenas…
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por aqui e as palavras não diram tudo.

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o Ricardo. nascido faz pouco mais de 1 mês. e que hoje se vestiu para mostrar o que tricotei especialmente para ele. Do casaquinho já tinha falado, mas do gorro não, por isso ficam os pormenores.

modelo/pattern: dulles baby version

fio/yarn: katia azteca

agulhas/needles: 4,5

notas/notes: acho que este gorro é perfeito. adorei o resultado. a mamã também gostou. ah! o casaquinho daqui a nada deixa de servir por isso em breve vou-me aventurar a fazer um outro.

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do Francisco recebo todo o tipo de correspondência. Das encomendas que anseio,  a algumas prendinhas inesperadas ou aquele postal que nos faz sorrir e nos aquece o coração. Pela simpatia e paciência, revolvi fazer-lhe estas luvas que me pareceram ser práticas e adequadas, pois facilmentes os dedos ficam livres.

Modelo/Pattern: Peekaboo

Fio/Yarn: Katia Azteca*

Agulhas/Needles: 4,5m

Notas/Notes: Optei por fazer o topo da luva mais arredondado, tirando isso tricotei de acordo com as instruções. Gostei do resultado final e acho que se deve muito ao fio. Com 1 novelo de 100g, para além deste par de luvas, fiz também um gorro pequeno e ainda sobrou um pouco.  

* No Porto é possível comprar este e outro fios Katia, Phildar e Rosários 4 no Atelier da Paula Lobo.

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 preocupante ter uma wish list de shade cards ?

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Modelo/Pattern: Nenhum, apenas inspirada num casaco que a Cate Blanchett usou no filme Diário de um Escândalo.

Fio/Yarn: Katia Alpaca Andes tricotada com 2 fios

Agulhas/Needles: 7.00mm e 8.00mm

Notas/Notes:  Tricotado sem costuras, utilizei o sistema de percentagem da E.Z. para me orientar. O torcido que utilizei é do mais simples que existe o que tornou um óptimo projecto para o serão. Não fiquei totalmente satisfeita com os botões, mas por enquanto fica assim. Como tricotei com 2 fios ficou muito quentinho e aconchegante, e era isso mesmo o que queria. O tempo irá dizer se a escolha do fio foi boa ou não, mas para já estou super contente com o resultado.

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Apesar de já há muito ter tudo para começar a tricotar,  só agora é que veio a vontade.

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Pattern/Modelo: Maine Morning Mitts (grátis) deste livro.

Yarn/Fio: Fashion da Rosários4-1 novelo (50g) para cada par

Needles/Agulhas: 4,5mm

Notes/Notas: Fazem-se num abrir e fechar de olhos. Ficaram super quentinhas e confortáveis.

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Pattern/Modelo: Estella da Ysolda

Yarn/Fio: Katia Alpaca Andes - 1 novelo preto e 1 novelo cinza

Needles/Agulhas: 3.75mm e 4.5mm

Notes/Notas: A única alteração que fiz foi ter tricotado 9 repetições do padrão em vez das 5 mencionadas antes de começar a diminuir. Acho que resultou bastante bem.

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ou talvez não… Certo é que tenho andado muito por e muito pouco por aqui. Começei alguns projectos e houve outros que resolvi desmanchar, terminei uns enquanto outros teimam em não sair das agulhas, há ainda os que se preparam para uma longa espera até serem concluídos e outros que anseiam ser começados. Já sabem se não me encontrarem aqui estou algures perdida no Ravelry…

” The thing I’ve always loved most about knitting is the sense of unlimited possibility-it’s in every new stitch, each new project, every new technique I learn. “                                         Eunny Jang

 

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Fico muito contente e nomeio todas as que por aqui passam.

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Modelo/Pattern: February Baby Sweater

Fio/ Yarn: Rosários 4 Happy Baby, pouco mais de 1 novelo de 50g.

Agulhas/Needles: 4mm.

Notas/Notes: Alterei o padrão e tricotei as mangas sem costura. É um modelo que pode ser facilmente adaptado a outros padrões. Estou a pensar fazer um outro com uns torcidos.

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Hooded Tunic- falta-me muito pouco, conto terminar até ao final de Setembro, altura em que retomo a prática (sem ser em casa). Como o espaço onde pratico está fechado desde meio de Julho (estão na Índia) tem andado um pouco esquecido.

Lucky- agulhas 3mm, instruções duvidosas e um verão atípico não ajudam.

Simple yet effective shawl- para ir fazendo ao sabor da vontade e da inspiração.

Februry Baby Sweater- só falta escolher os botões.

Roza’s Socks- foi o projecto que começei nas férias.

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Um lugar mágico.

Feito de luz, música, de sabores e sorrisos.

Com despertares tranquilos, passos lentos e noites serenas.

Feito também de silêncios e de tempo para sentir e ser.

Não é fácil regressar.

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pela Filomena, resolvi fazer uma versão do February Baby Sweater. Digo versão, porque substituí o motivo rendado por outro (aqui vê-se melhor) . Apesar de gostar muito do original alterei por  ser um sobrinho que vem a caminho e acho este padrão mais “masculino”. Só tive de ajustar os números de forma ao padrão ser múltiplo de 6. Já tinha saudades da E.Z. e da liberdade que sinto quando experimento fazer algo idealizado por ela.

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Modelo/Pattern: Kaiju - norah gaugah, vol.1

Fio/Yarn: Berroco Pure Merino Heather - 2 x 50g

Agulhas/Needles: 4 mm

Notas: Com as modificações que fiz ficou perfeito, foi mesmo uma pena o erro colossal. Adorei fazer este, já o primeiro nem por isso…

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Com o tempo que fez hoje não me pareceu estranho receber a Rowan 42 Outono/Inverno.  Esta é sem dúvida das melhores que me passaram pelas mãos, em particular a colecção Highlander.

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Sinto-me cada vez mais tentada a usar saias/vestidos.

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 Combinações de cores e texturas surpreendentes.

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Modelos em crochet muito interessantes. 

São tantos os modelos que me cativaram que vai-me ser muito difícil fazer escolhas e ainda vão surgir uns livrinhos da Rowan, que pelo que vi, não vou ficar indiferente. Não tem sido fácil com este verão tão tímido e com tanta inspiração fora de época, concentrar-me nas peças que tenho nas agulhas.

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era isso que , no passado, teria de fazer para não gritar e mesmo assim gritaria, depois de me aperceber que as instruções do Kaiju tinham um erro gigante e que vou ter de desmanchar. Um erro daqueles que quase que nem dá para acreditar. Agora sei que o nº de malhas iniciais para parte de trás tem de ser múltiplo de 8+2, e que obviamente não era, o que resultou em ficar 17 buraquinhos (eyelets) em vez dos 16 ou 18 para que a coisa ficasse bem. Quanto a mim não é o único erro, pois não percebi como o nº de malhas a levantar, na lateral da uma peça, podia ser  superior ao nº de carreiras tricotadas, por isso ignorei e levantei o nº de malhas que me pareceu bem.

Não contei até 10, nem gritei, apenas suspirei e pensei que é bem verdade quando se diz que não há bela sem senão, mas não devia de ser assim…Ainda pensei em não desmanchar e deixar ficar como na foto, mas não consigo…Bem, já tenho o i-cord feito o que é bom…

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que recebi ontem foram dois livros, 1 meada de lã, umas chibi e um “knit check”.

Os livros vieram da Amazon e comprei porque na altura estavam a um preço bastante simpático (usd 9,49 os dois). O Knit 2 Together continua a um bom preço. Quanto ao conteúdo tem alguns modelos giros, que me imagino tricotar. O Knitting for Peace é um livro sobre o tricotar como algo que podemos fazer para e pelos outros.

Do Jimmy Beans Wool  e juntamente com o livro da norah, Manos del Uruguay, porque lã bonita nunca é demais, se bem que começo a desconfiar que me estou a tornar coleccionadora de meadas solitárias…Como é preciso fazer sempre uma amostra e por mais que evite, acabo sempre por ter de coser alguma coisa, resolvi comprar isto e isto.

Agora, para além de começar com novos projectos vou tentar  terminar alguns projectos que andam faz tempo nas agulhas…

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vou querer tricotar todos os modelos urban layers do norah gaughan, vol.1,

Para já vou começar pelo Kaiju cujo fio já tenho faz algum tempo.      

Na verdade, hoje estive quase para abraçar o carteiro, pois para além do livro mais ansiado de que há memória, também me trouxe  uma outra encomenda, mas fica para amanhã.

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Modelo/Pattern:Elisa’s Nest Tote

Fio/ Yarn: 2 novelos Katia Linen #10

Agulhas/Needles: Para o saco agulha circular 9, para  alça agulha duas pontas 4 e para as costuras laterais agulha de crochet 3,5

Notas/Notes: Gostei bastante do resultado final. Foi muito simples de tricotar sem que se tenha tornado monótono. A única alteração que fiz foi no remate da alça. Limitei-me a rematar e fazer uma costura invisível , pois achei  ter de levantar malhas para depois as rematar usando kitchener stitch um bocadinho despropositado.

Como tenho mais uns novelos do mesmo fio estou a pensar em fazer mais um.

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 Ontem tive o prazer de conhecer a Tita Costa da Oficina do Fio,  uma artesã que fia, tinge e tece. E com tanto fio bonito…

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não resisti e resolvi trazer para casa 2 meadas de lã escocesa da Brancal, uma tingida com casca de noz e outra com rúbia. E ainda um fuso português e um saquinho de fibra e mais 2 meadas de lã fiada pela Tita e um marcador de livro.

Por vezes sem querer e quando menos espero encontro coisas maravilhosas. Vou fazer um assim, para mim a pensar nas noites mais frescas do verão que parece estar a chegar. Espero que o meu fique com este ar mágico.

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os clips que utilizei para não me perder quando fiz as diminuições para as mangas que vou ter que utilizar outro método quando tricotar as frentes. São muito grandes e pesados para este fio. Estou a pensar em substituir por aqueles alfinetes bem pequenos. Agora vou começar a tricotar as frentes ao mesmo tempo. E a seguir a mangas. O que quer dizer que lá para o ano que vem conto estrear… 

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de uma loja online para encomendar o livro levou-me à Jimmy Beans Wool . Confesso que, para além de os preços dos  portes serem bastante aceitáveis, foram mesmo as imagens do Wiley e do  Buddy com lã à mistura  que me conquistaram. Uma vez que livro ainda não está disponível, resolvi encomendar dois novelos para experimentar o serviço. Fiquei bastante satisfeita com a escolha … até os rebuçados eram bons… só está mesmo a faltar o livro…

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Como ando, aos poucos a colocar os meus projectos no Ravelry lembrei-me de mostrar este projecto que fiz antes de ter o blog e que é um dos meus favoritos.

Electra: esta foi a primeira peça que tricotei com fios da Rowan. Foi também o meu primeiro trabalho a sério com cor. Ainda me lembro de abrir a encomenda e estar um bom bocado a  sentir as diferentes texturas dos fios utilizados: kidsilk haze, yorkshire e felted tweed. Muita coisa mudou desde então. Tive o prazer de tricotar com outros fios, experimentar outras técnicas, já tricotei meias, xailes, quadrados, sacos, luvas, gorros, camisolas,casacos, casacos compridos, já tricotei até de madrugada,  já acordei a pensar em tricotar, já comprei lã sem saber porquê e para quê,… Ah! como é óbvio também já experimentei alguns fracassos, apesar de não quase nunca deixar ficar provas de terem existido , mas esses devem ser encarados como lições e seguir em frente…Ou como a Filomena diz não é defeito é feitio…

Mas o melhor e o mais enriquecedor foi ter encontrado pessoas especiais com as quais tenho aprendido muito, mas mesmo muito.

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Quando a Celina generosamente me enviou deste fio, soube logo o que poderia fazer: o Hooded Tunic, ou melhor uma versão. Para além de mais curto, uma vez que o comprimento do original não me parece resultar na prática de yoga,optei por uma montagem tubular. É um projecto bastante simples e rápido, se pelo meio não houver, para além de outros projectos, uma obsessão por um certo livro e em particular por um casaco de inverno…

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ainda que o livro só saia no final do mês, já encomendei fio para fazer o kaiju . E possível saber as quantidades para os diferentes modelos de constam no norah gaughan, vol.1 aqui. O tempo precisa de melhorar rapidamente, caso contrário quando der por mim estou a tricotar casacos compridos em pelo Verão…

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Sei que vou tricotar o Annikki e se algum dia voltar a usar uma saia será uma Justina. Sei também depois de ver estes modelos a Norah Gaughan é, em definitivo, a minha designer favorita, até lhe desculpo o tempo que perdi com a gola do Ram’s Horn Jacket

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Jitterbug Velvet Plum e Prism Venezia.

Quando a Mari , neste post, falou das novas cores da Colinette Jitterbug  sabia que não iria resistir por muito tempo.

Quanto à Colinette Prism, gostei do aspecto e resolvi ver de perto. Só não percebi muito bem como é que encomendei a Venezia quando a queria mesmo era a Velvet Bilberry .

Descobri hoje uma nova publicação da Norah Gaughan e escusado será dizer que já suspiro e conto os dias para poder tricotar alguns dos modelos.

É a segunda vez, num curto espaço de tempo, que o crochet me pisca o olho. Desta vez com livro Loop-d-Loop da Teva Durham. Para já vou resistindo.

Foi assim no Café do Parque da Cidade do Porto.

Na véspera do Tricotar em Público dei um saltinho a Penedo dos Mouros, que fica em Castelo de Penalva que por sua vez pertence a Penalva do Castelo. Um salto é como quem diz saí de manhã e regressei à noite…mas foi um dia muito bem passado, cheio de emoção.

Peço desculpa por não ter respondido aos comentários deixados, mas tem sido sempre a correr. Obrigada !!

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Devo confessar que acho ideia de fiar a própria lã romântica …

Sem grandes aspirações, mas com curiosidade e vontade de alargar horizontes decidi tentar. Não sei se o pior que pode acontecer é não ter jeitinho nenhum para a coisa e não voltar a pensar no assunto. Ou, se pelo contrário até gostar e não conseguir deixar de o fazer.

Finalmente também vou estar aqui. A ideia é genial.

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mas na companhia dos fios que já sabem o que vão ser e dos que ainda andam à procura,  e também das palavras caladas  e  da beleza que me fez sonhar com outros pontos.

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Nesta tarde não foi só em português que se falou, mas a linguagem dos fios, das agulhas e até dos shade cards essa é universal.

O que se segue é muito por culpa dos links que a TGZ do Knitting through Life , mas sobretudo devido à minha fraqueza… mas quando vi estas mantas não sei porquê pensei logo no quadro O Beijo do Gustav Klimt e desde então tem sido difícil não pensar em fazer uma. 

Apesar de o crochet não ser a minha grande paixão e nem sequer saber fazer muito bem. Nem tão pouco sei se quero ou devo aprofundar o interesse, uma vez que o tempo não chega para tudo. De me lembrar de uns quadradinhos que queriam ser uma manta e que deixaram de o querer ser. De saber que o mais sensato seria desafiar a minha mãe a fazer uma comigo: eu contribuia com os fios e o incentivo e ela com o saber…Ainda assim resolvi experimentar e agora tudo o que quero é fazer uma…  e penso que é o melhor é esperar um bocadinho para ver se o querer passa ou não … é que muito honestamente não estou a precisar de outra obsessão.

Enquanto não chega o fio para o meu próximo projecto passei o domingo entretida a combinar cores e técnicas.

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Mas desta feitos por mim.

Como ando com vontade de tricotar com cores comprei algumas lãs na Lopo Xavier e para ser mais fácil, saber as cores que tenho resolvi fazer uns. Fiz de maneira a poder arquivar na minha capa de projectos em curso ou em mente. Só está a faltar tricotar umas amostras e tomar nota para orientação, pois nas meadas não vem essa informação. Mas já posso dizer que acho que ficaram bem catitas .

Na verdade adoro  shade cards e o lado prático apenas serviu de desculpa para os fazer.

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resolvi fazer mais uma saída de banho, esta para oferecer, e um dishcloth, tudo projectos de um dos melhores livros que tenho.

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modelo/pattern:Ram’s Horn Jacket do livro Knitting Nature da Norah Gaughan

fio/yarn: escocesa 100% lã da Brancal

agulhas/needles: 4mm e 4,5mm

técnicas: bainha tricotada, costura falsa, short rows

notas/notes: Optei por tricotar numa só peça, utilizando, mais uma vez o método da Elizabeth Zimmermann.  Mesmo sabendo que ao decidir fazer numa peça só estou a “complicar” as coisas, pois deixo de ter intruções precisas de como tricotar, penso sempre que vale a pena por não ter de coser tudo no fim. Assim sendo, só tive que coser as duas tiras da frente e a gola. E depois da dificuldade em coser a gola talvez tivesse feito melhor, em vez de a fazer em separado, apanhar as malhas à volta do decote e com short rows moldar de forma a obter o efeito desejado, o que tinha tornado tudo mais simples. 

Foi a primeira vez que usei a baínha tricotada (knitted hem) numa peça de vestuário, gorros não contam, e penso que não será a última. Acho que juntamente com a gola, são as baínhas que fazem este casaco. Estou contente com o resultado final, pois veste super bem. Só fica a faltar encontrar um alfinete mais a gosto.

Acho que por uns tempos chega de casacos, ou será que não?

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pattern/modelo: Jaywalker da Grumperina

fio/yarn: Colinette JitterBug - #88 marble e Katia Mississippi 3 # 312

agulhas/needles: 2,5mm

notas: As 100g (267m) não foram o suficiente para completar as meias. Penso que teria bastado fazer menos duas carreiras na perna para este problema não ter existido. A faltar 8 carreiras em cada meia não me seduzia a ideia de comprar mais uma meada. A solução passava por:

1º encontrar um fio, pois aqui no Porto fio para meias não é o que mais há;

2º depois de encontrar o fio escolher um que ficasse bem.

Pois bem, o único fio que encontrei foi o da Kátia Mississipi em algodão. O facto de juntar um fio de lã e um de algodão/acrílico ainda me fez  pensar, mas como seriam apenas umas carreiras acabei por o fazer. O que fiz foi, depois de desmanchar algumas carreiras, tricotar 2 carreiras com cada fio alternadamente. Talvez ficasse menos perceptível se tivesse feito 1 carreira com cada fio, mas ainda assim acho que ficou bem. A única modificação que fiz foi, em vez do canelado , a beira em picot. Ainda que goste destas não há amor como o primeiro.

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 Depois de ter falhado os dois últimos encontros foi bom poder estar novamente. 

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Para comemorar este dia , um livro para aprender e, quem sabe, brincar com as cores da minha imaginação.

Penso, nas mãos que tricotaram estes gorros e ainda que distantes das minhas, por certo lhes reconheceria os gestos repetidos vezes sem conta. O montar das malhas, o contar, o parar e pensar na cor ou no ponto que virá a seguir, o desmanchar para retomar, o rematar e o olhar para aquilo que passou a ser porque assim foi querido ou apenas porque assim que teve de ser. Penso, é melhor procurar o que nos une, ainda que sinta que o peso dos gestos, esse será muito diferente.

Wooly hats, Ladakh, originally uploaded by dancing monkey1.

 

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é evidente que o fio não vai chegar.

O que fazer agora, é que já não o é.

Hoje encontrei  no Flickr umas fotos dos quadrados que fiz para este test-along. A gisarah tem um set todo ele dedicado aos quadradinhos que foram chegando de vários pontos do globo. Como gostei resolvi mostrar.

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um deles mostrei neste post 

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deste quadrado nem sequer tinha uma foto 

 Já se pode ver aqui como uma das mantas vai ficar. Gostei bastante de participar neste knit/test-along. 

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Não queriar acreditar quando tirei os sapatos e tornei a não querer acreditar quando as tirei da máquina de lavar.

A única coisa em que quero acreditar é que, quando as lavar à mão, vou conseguir fazer isto desaparecer.

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Uma das coisas que mais me agradou no Ram’s Horn Jacket foi ter uma bainha tricotada bem generosa. Como não há bela sem senão para ter uma bainha de 7 cm tive que tricotar 14cm. O que acabou por ser um bocadinho frustante. Mas ao chegar à carreira em que se une as duas partes não posso deixar de admirar o resultado e achar que vale a pena.  Ao mesmo tempo depois de feita a bainha, em termos de técnica o desafio fica por aqui, pelo menos por agora.  O que significa que estou, literalmente, a contar as carreiras até chegar à gola. Que, por certo, será a parte mais interessante, mas estou a pensar em alterar, fazendo-a um pouco mais estreita. Como só agora começei a segunda manga e ainda tenho algum tempo para decidir. Até lá é sempre a direito o que permite pensar na gola que aí vem, mas também noutros projectos…

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Para me lembrar o quanto é bom calçar um par de meias tricotado à mão. Pode ser que assim termine o par que ando a tricotar desde o ano passado.

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Bem sei que devia concentrar-me só no Ram’s Horn Jacket…

…mas é evidente que não consigo…

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Após alguma indecisão começei mais um casaco. Pois é mais um, pelo menos consegui escapar, mais uma vez, à tentação de tricotar um comprido.

Este modelo foi um dos motivos que me levaram a comprar o livro Knitting Nature. Optei por fazer em preto porque não encontrei por cá um fio 100% lã cuja cor  gostasse realmente e assim acabei por usar um fio que já tinha.

Basicamente, com a excepção da gola, a construção é muito simples e como o vou tricotar sem costuras no fim pouco terei que coser.

Espero acabar a tempo de ainda o usar… é que a primavera daqui a nada chega.

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Quer me parecer que vou me dar bem com este fio.

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Pattern: VK fall 2006 Cabled Cardigan.

Yarn: Rowanspun Aran #971 (descontinuada),

Needles: 5 e 5,5.

Notes:  Dois falsos começos. Primeiro montei 82 malhas em vez das 84 malhas necessárias. Depois de corrigir e quando já tinha tricotado uns bons 15cm, comecei a ficar com dúvidas se não estaria a ficar demasiado estreito, por isso voltei a desmanchar para tricotar o tamanho acima. O esquema dos torcidos pareceu-me pouco intuitivo. A única alteração que fiz  foi na gola que optei por fazer simples e não dupla, uma vez que achei que ficaria demasido pesada. Quando terminei de tricotar e constatei que tinha de coser aquilo tudo, senti deveria de ter feito o mesmo que fiz com o Jess e tricotar sem costuras. Coser foi a parte que menos gostei, mas acabou por valer a pena, pois fiquei com um casaquinho super aconchegante.

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Foi neste dia, cinzento e chuvoso, que chegou a  Rowan Knitting & Crochet Magazine No 41. Pois é, mas com este tempo não consigo olhar para os modelitos frescos sem que me apeteça agasalhar.

Seguindo o exemplo da Filomena, também eu resolvi começar a acabar alguns projectos que estavam parados.

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Jaywalker. Pensei: se começar a segunda meia antes de acabar a primeira, as probabilidades de terminar são maiores. O maior problema foi, como já tinha começado  faz tempo, não me lembrar de como tinha feito o picot edge. Depois de alguma indecisão acabei por fazer a montagem. O pior que podia acontecer era ter de refazer, mas acabou por ser numa primeirinha.

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Anemoi Mittens. Pensei: Se não gosto de como o canelado ficou, muito por culpa do fio castanho que estava a utilizar , não vale a pena continuar.  O problema foi encontrar uma alternativa, pois do Jaeger Matchmaker não me pareceu existir um castanho que ficasse bem. Agora que já tenho um castanho que me agrada já posso recomeçar.

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“ It’s official: you’ve Got it Bad when you break down and order a shade card.”

Kay in Mason*Dixon Knitting